Glossário Técnico
13 de julho de 2009
10 de julho de 2009
BALÉ PARA TINGIR A ÁFRICA
No BTC(HÁ) figurino feito com tecido do cenário do próprio Balé, além de malha, lycra, voil, seda, cetim, renda, juta, malha fria, cotton, liganete, cami e outros. Assim, tudo se “transreforma”, ganhando novos formatos para que a coreografia aconteça numa bela noite de sábado, com céu estrelado.
O processo de tingimento consiste em diluir a tinta serigráfica em água e mergulhar ou estampar o tecido em várias cores, utilizando ferramentas como pincel, rolos e trinchas. Em seguida, vai torcendo e retirando o excesso do material, sem deixar de usar luvas, pois o mesmo contém toxina. Para secar, expõe ao sol e ao vento, em ambiente aberto.
A estamparia é baseada em textura da natureza, tais como casca de árvore, pele de animais, camuflagem, textura de folhas e cores de terra.
J. Cunha com sua obra de arte
Du Carmo e Guida cortando os tecidos para o figurino
Du Carmo cortando o tecido para o figurino
Figurino do espetáculo, em construção
Figurinos do espetáculo
30 de junho de 2009
De Esteira
A mais nova coreografia do Balé do Teatro Castro Alves terá o cenário feito de esteira de palha de tabua, que é um elemento regional, sendo pintada com barro para dar uma textura especial. Tal elemento é utilizado por ter como tema a África, lembrando que é reciclado de outro espetáculo. Assim, o Balé TCA dança, não se cansa e se lança ao público para mais uma apresentação na sala principal, a fim de ter ato coreográfico.
10 de junho de 2009
Nasceu
Agora é o momento de alimentar “Jeremias” com bastante carinho, a fim de que ele se fortaleça, possa caminhar com os próprios pés e vislumbre um mundo de infinitas possibilidades, porque mais importante do que a chegada, é a beleza do caminhar, do processo de construção, que é um espetáculo para aqueles que trabalham nos bastidores, viabilizando sonhos através da imaginação criadora.
Fotos: Yuri do Val
26 de maio de 2009
Foi a lona
Sem improviso,
aviso
que o piso
da montagem
do TCA.Núcleo
não é liso
nem conciso,
mas preciso
Feito de lona usada,
que, após viajar pelas estradas
cobrindo caminhões,
sem complicações,
vai parar no palco
da Sala do Coro
para compor
o visionário
cenário
de “Jeremias, Profeta da Chuva”,
que não se curva
diante da falta d'água,
que impede o povo
de ser tão feliz.
Dessa forma,
o Centro Técnico
reforma
e transforma
a lona em beleza
cenográfica,
cumprindo o seu ofício
em benefício da arte teatral
de criar cenário original.
Agnaldo remendando a lona
Luiz Cláudio ajudando a transportar a lona
Agnaldo transportando a lona
Agnaldo emendando uma lona na outra
Fotos: Yuri do Val
15 de maio de 2009
Na Lata!
Na temperatura ambiente, o alumínio é sólido, sendo o elemento metálico mais abundante da crosta terrestre. Sua leveza, maciez, condutividade elétrica, resistência à corrosão e baixo ponto de fusão (temperatura à qual uma substância passa do estado sólido ao estado líquido) possibilitam a utilização em diversas aplicações, especialmente nas soluções de engenharia aeronáutica.
A facilidade de se encontrar, a beleza, a maciez e a leveza fazem com que seja mais viável a criação de diversos adereços, com diferentes formas e tamanhos, confeccionados com alumínio. Baldinhos que serão pendurados nas roupas, folhas na manga do figurino usado no Reisado e colete feito do fundo de latas são exemplos de reaproveitamento. Dessa forma, nada se perde, aproveita-se o material reciclável, porque tudo é realmente feito de lata.
Suely separando o tampo da lata de alumínio
Foto: Yuri do Val
Suely separando o tampo da lata de alumínioFoto: Yuri do Val
Graça fazendo o colete com o fundo das latas
Foto: Luciana Pires
Graça fazendo o colete com o fundo das latas
Foto: Luciana Pires
Graça fazendo folhas com as latas de alumínio
Foto: Yuri do Val
Graça fazendo folhas com as latas de alumínio
Foto: Yuri do Val
11 de maio de 2009
Engessando para moldar
O Centro Técnico está moldando gesso para criar uma prótese de papel a ser usada pela personagem de “Jeremias, Profeta da Chuva.”
Molde negativo – que é a única produção negativa deste setor – é feito a partir de atadura engessada e água, isolada com vaselina pastosa, hidratante ou filmito, que não mente sobre a qualidade do trabalho.
O molde positivo é confeccionado untando o molde negativo com vaselina. Em seguida, prepara-se o gesso e enche a forma com o mesmo ainda pastoso. Espera, com paciência, 15 a 20 minutos até endurecer e tira o molde negativo, aproveitando o positivo. E assim, tudo fica nos moldes, para “Jeremias, Profeta da Chuva” acontecer em junho na Sala do Coro e brilhar como ouro.
Agamenon passando vaselina no molde negativo
Agamenon passando vaselina no molde negativo
Agamenon preparando o gesso
Noêmia e Agamenon recheando o molde negativo
com o gesso que se tornará o molde positivo
Fotos: Yuri do Val
7 de maio de 2009
Calhas
Marquinhos e Igor fazendo testes na calha
Areia passando pelo funil
Gão furando o tubo de PVC para prender a peça de vedação
Peça de vedação do dispositivo
Fotos: Yuri do Val
23 de abril de 2009
RE CORDA ÇÃO
George Lima desenrolando as cordas de sisal
George Lima desenrolando as cordas de sisal
Adriano Passos fazendo as tramas da tapadeira
Forma como as cordas são presas na estrutura da tapadeira
Fotos: Yuri do Val
Centro e Interfaces
Duas turmas de alunos da Escola de Dança da Fundação Cultural da Bahia estiveram no Centro Técnico do Teatro Castro Aves no dia 14 de abril de 2009 e assistiram a uma aula sobre Figurino, ministrada por Carol Diniz, que é responsável por este setor. Além da aula, tiveram a oportunidade de conhecer todo o Centro Técnico, tomando conhecimento do que se produz e como se produz cenário, figurinos e adereços. Todos saíram muito satisfeitos com o que viram e ouviram, pois ainda não conheciam o coração do Teatro Castro Alves, o lugar onde tudo é criado para o espetáculo acontecer.
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