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CENTRO DE REFERÊNCIA EM ENGENHARIA DO ESPETÁCULO TEATRAL EM IMPLANTAÇÃO
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Glossário Técnico

3 de setembro de 2009

Centro Técnico Faz Ópera(Ação)

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Cenários, reforma e confecção de alguns figurinos da ópera La Traviata, que estréia dia 10 de setembro de 2009, no Teatro Castro Alves, estão sendo feitos no Centro Técnico. Espaguete de piscina, isopor, madeira e papel são os materiais utilizados na confecção do cenário para estar em cena no dia e horário determinados.


La Traviata (A Transviada) é uma ópera em quatro atos, de Giuseppe Verdi, baseada no romance A Dama das Camélias, publicado em 1848, de Alexandre Dumas Filho.

Violetta, mulher mundana, socialite prometida ao Barão Douphol, fica sabendo do amor de Alfredo Germont por ela. A partir daí, iniciam um relacionamento amoroso, que irá lhe trazer complicações, mudando o seu destino.




Vestidos que estão sendo reparados


Prova do figurino no camarim


Prova do figurino no camarim


Cenário da ópera sendo construído no Centro Técnico


Cenário da ópera sendo construído no Centro Técnico


Cenário da ópera sendo pintado

Fotos: Yuri do Val

2 de setembro de 2009

ENTRE NO COMPASSO DO PASSO A PASSO

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O blog do Centro Técnico tem mais uma novidade. Agora você pode aprender, passo a passo, sobre Costura Cênica, Cenotecnia e Adereços. As informações são detalhadas, tendo fotos para ilustrá-las e facilitar a aprendizagem, de maneira simples e objetiva. Dessa forma, o conhecimento é disseminado àqueles que se interessam pelas áreas citadas. Portanto, seguindo os passos, desatando o laço da desinformação, você estará dando um passo para, com os braços, abraçar seu espaço no mundo da arte.

O tópico "Passo a passo" se encontra na coluna à direita, logo abaixo dos "Croquis" e logo acima do "Conecte-se".

18 de agosto de 2009

Aprendendo Com Quem Faz

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No Centro Técnico, estão acontecendo oficinas de Cenotecnia e Modelagem para Costura Cênica. Desde o dia 27/07/09, às segundas, quartas e sextas, das 9:00 às 13:00, que os envolvidos no processo ensino-aprendizagem embarcaram no navio da curiosidade para desvendar os mistérios da construção de cenário e da modelagem para costura cênica. Adriano Passos (Cenotecnia) e Lina Lemos (Modelagem para Costura Cênica) são os comandantes dessa embarcação. Profissionais que trabalham no Teatro Castro Alves, com anos de experiência, transmitem o conhecimento, de maneira clara e objetiva, possibilitando a compreensão da arte de fazer a arte acontecer.

O encerramento das oficinas será no dia 21/08/09, quando os alunos terão adquirido asas para alçar vôos mais altos, em busca dos seus sonhos cenotécnicos e modeladores cênicos, que modelam as incertezas do caminhar.






Fotos: Yuri do Val

3 de agosto de 2009

Construção de Mais Um Teatro Castro Alves

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Mais um Teatro Castro Alves está sendo construído na capital baiana. Desta vez não é nenhuma construtora que se responsabiliza pelo projeto. Quem comanda o trabalho é a equipe de cenotécnicos do Centro Técnico do Teatro Castro Alves, que está criando uma maquete do Teatro, com altura de 80 cm, comprimento de 1,60 m e 95 kg aproximadamente. O material utilizado é todo reciclado, sendo mini-traquitanas, metalon, barra chata, compensado e alumínio para a confecção das escadas. Possui um processo de abrir e fechar, que permite ter a visão de todos os ângulos da maquete. O objetivo deste projeto é orientar os cenógrafos que vêm trabalhar no TCA, fazendo com que eles não precisem, a todo momento, subir até o palco; utilizar como recurso didático para os alunos das oficinas realizadas no Centro Técnico e mostrar, com mais detalhes, as áreas do teatro, as quais os visitantes não têm acesso.



Fotos: Yuri do Val

31 de julho de 2009

Em Qualquer Estação

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O Centro Técnico não é um jardim, mas faz brotar flores com amores, sem rancores nem dores para presentear o Teatro Vila Velha pelos seus 45 anos de existência, persistência e competência. Inspiradas no cenário do grupo Sangrando Quatro, as flores são feitas com papel craft, cola, fita crepe e arame. Para confeccioná-las, recorta a forma das pétalas, corta o tamanho das hastes e do talo e envolve as pétalas, uma de cada vez, no total de dez, para montar a rosa. Finaliza colocando as folhas e revestindo com papel craft. Portanto, mesmo que as flores não sejam naturais, usando a criatividade, a vida pode ficar florida em qualquer estação.





Fotos: Yuri do Val

16 de julho de 2009

Zebra e Girafa no Balé do TCA

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Após o almoço que levou a sua fome a óbito, Agamenon de Abreu, feliz, cantando Janis Joplin, vai para o Teatro Castro Alves, a fim de cumprir com mais um dia de trabalho. Chegando ao Centro Técnico, pega a espuma semi-ortopédica para transformá-la em cabeça de girafa e de zebra, que serão usadas na nova coreografia do Balé do Teatro Castro Alves. Mas antes de iniciar o processo de confecção, desenha no papel o tamanho desejado, transpõe os desenhos, colocando-os na espuma e corta.

- Hoje eu estou espumando de alegria! Tô muito a fim de cortar espuma! - disse Agamenon com o jeito Agamenon de ser.

Quando terminou de fazer as cabeças de girafa e zebra, removendo as imperfeiçõs com lixa de madeira, entregou a Agnaldo para revesti-las com tecido lycra e, em seguida, aplicar a tinta.

- Agamenon, quais os materiais que você usou para fazer essas cabeças? - indagou Yuri do Val, aquele que tem a função de fotografar tudo o que acontece no Centro Técnico.

- Fotógrafo Yuri, usei espuma semi-ortopédica, tesoura, estilete, suporte de PVC, tecido lycra e tinta. - falou, explicando pausadamente. - Essas cabeças são alegorias de mão, e agora vou resolver outra questão.

Agamenon sai da sala de adereços e caminha em direção à carpintaria, onde foi conversar com Adriano, o cenotécnico.


Agamenon retirando um pedaço da espuma


Agamenon esculpindo a girafa


Agamenon conferindo as proporções


Agamenon removendo as imperfeições com a lixa


Agamenon e Agnaldo cortando a lycra

Fotos: Yuri do Val

14 de julho de 2009

Máscara Africana

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O Balé do Teatro Castro Alves vai dançar e usar máscara que não é mais cara nem mascara a dança. Confeccionada pelo processo de modelagem, utiliza-se argila para fazer o molde. Depois retira-se a forma da máscara. Papel crafit e cola são os materiais indispensáveis à confecção, que, após finalizada, recebe o acabamento com tinta e aplicação de ráfia. Assim, mais uma vez a Bahia interage com a África no ritmo dos tambores e nos passos dançantes e depois da abertura das cortinas do espetáculo.


Gil utilizando a técnica da papietagem


Agamenon colando os tufos de ráfia


Agamenon colando os tufos de ráfia


Agamenon experimentando a máscara


Agamenon preparando a tinta


Agamenon pintando a máscara

Fotos: Yuri do Val

10 de julho de 2009

BALÉ PARA TINGIR A ÁFRICA

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Quando o Balé do Teatro Castro Alves subir ao palco para mais uma apresentação, ficará evidente a criatividade de J. Cunha, figurinista convidado para a criação do figurino.

No BTC(HÁ) figurino feito com tecido do cenário do próprio Balé, além de malha, lycra, voil, seda, cetim, renda, juta, malha fria, cotton, liganete, cami e outros. Assim, tudo se “transreforma”, ganhando novos formatos para que a coreografia aconteça numa bela noite de sábado, com céu estrelado.

O processo de tingimento consiste em diluir a tinta serigráfica em água e mergulhar ou estampar o tecido em várias cores, utilizando ferramentas como pincel, rolos e trinchas. Em seguida, vai torcendo e retirando o excesso do material, sem deixar de usar luvas, pois o mesmo contém toxina. Para secar, expõe ao sol e ao vento, em ambiente aberto.

A estamparia é baseada em textura da natureza, tais como casca de árvore, pele de animais, camuflagem, textura de folhas e cores de terra.



J. Cunha com sua obra de arte


Du Carmo e Guida cortando os tecidos para o figurino


Du Carmo cortando o tecido para o figurino


Figurino do espetáculo, em construção


Figurinos do espetáculo

30 de junho de 2009

De Esteira

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A mais nova coreografia do Balé do Teatro Castro Alves terá o cenário feito de esteira de palha de tabua, que é um elemento regional, sendo pintada com barro para dar uma textura especial. Tal elemento é utilizado por ter como tema a África, lembrando que é reciclado de outro espetáculo. Assim, o Balé TCA dança, não se cansa e se lança ao público para mais uma apresentação na sala principal, a fim de ter ato coreográfico.


Agnaldo enrolando a esteira no aro


Agnaldo emendando duas esteiras

Fotos: Yuri do Val