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CENTRO DE REFERÊNCIA EM ENGENHARIA DO ESPETÁCULO TEATRAL EM IMPLANTAÇÃO
(71) 3117-4880 . ctec@tca.ba.gov.br

Glossário Técnico

12 de julho de 2012

Oficinas Ópera Carmem

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA A OFICINA DE INTRODUÇÃO À CENOTÉCNICA

Estarão abertas de 16 a 20 de julho as inscrições para a para a “Oficina de Introdução à Cenotécnica” a ser ministrada pelo cenógrafo mineiro RAÚL BELÉM MACHADO, no Teatro Castro Alves. 

A oficina integra o projeto de montagem da Ópera CARMEN, de Bizet e é uma iniciativa da Associação Lírica da Bahia-ALBA & Da Rin Produções Culturais, em parceria com o Centro Técnico do TCA e viabilizada com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia e Teatro Castro Alves.
O cenógrafo Raúl Belém Machado assina o projeto de cenografia da montagem da ópera Carmen.

 A Oficina será dividida em duas etapas:


- Módulo I: dedicado às teorias de criação da cenografia e determinação de estruturas cênicas;
- Módulo II: voltado para acabamentos estéticos, pintura, texturização e envelhecimento de objetos cenográficos.
A execução da cenografia da ópera Carmen, fará parte da Oficina como experiência prática.

A inscrição é única e os interessados devem se comprometer em participar dos dois módulos. Podem se inscrever profissionais ou estudantes das áreas de cenografia, cenotecnia, adereçaria, artes plásticas, design, decoração, arquitetura e áreas afins.

As inscrições podem ser feitas no Centro Técnico do Teatro Castro Alves, de 16 a 20 de julho das 14 as 18h, informações no 3117-4875, ou qualificacao.ref@gmail.com .
Documentos para inscrição: ficha de inscrição preenchida, currículo, comprovações de experiência, se houver.

Nº de vagas: 25
Período da Oficina: 1º de agosto a 05 de setembro de 2012
Local de realização: Centro Técnico do TCA
Carga horária: Módulo I (40h), Módulo II (30h)
Obs: Caso a demanda supere o número de vagas, haverá seleção, com resultado divulgado até o dia 26 de julho, no site do TCA, blog do Centro Técnico e por e-mail.

TEMAS DA OFICINA

 
 Módulo I – 40h – 01 a 16 de agosto.
- Organização Temática - Campos da Arquitetura Cênica , Cenotécnica e Cenografia .
- Sub-Campos : Caixa Cênica e Mobiliário
- Geografia de Palco - Geometria
- Linhas de Visão
- Conceitos da Ação Dramática
- Formas de Teatro - Relação Palco/Plateia
- Controle de Atenção 

Módulo II – 30h – de 17 de agosto a 05 de setembro.
- Técnicas de acabamento, texturização.
- Materiais para acabamento.
- Técnicas de montagem da cenografia no espaço cênico.
 

RAÚL BELÉM MACHADO  - Vida Profissional

Foi diretor artístico do Palácio das Artes em Belo Horizonte, onde produziu cenários e figurinos de balés, espetáculos teatrais e óperas. Foi o responsável pelo cenário da ópera Aída, produzida pela Fundação Clóvis Salgado no ano de 2001. É dele também o cenário das óperas O Guarani [3], montada em 2002, e de Turandot em 2004. Trabalhou como Coordenador Artístico do Centro Técnico de Produção da Fundação Clóvis Salgado - Marzagão, local aonde acontecem cursos e oficinas de formação de mão de obra especializada para as artes cênicas.

Raul Belém Machado deu aulas no Instituto de Filosofia, Arte e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em diversos cursos livres, oficinas, seminários e no Centro de Formação Artística (CEFAR) da Fundação Clóvis Salgado.

No dia 30 de junho de 2008, a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e a Fundação Clóvis Salgado lançaram o livro Raul Belém Machado: o arquiteto da cena, que conta a história do cenográfo. Com texto e edição de Régis Gonçalves, pesquisa de Bernardo Novais Machado e projeto gráfico de Lúcia Nemer, o livro faz parte do projeto Palácio das Artes: Memória, que consiste na publicação de fascículos que contam a história de importantes nomes ligados à arte e cultura de Minas Gerais.
Participou da XII Bienal de São Paulo em 1973.

Vídeos: palestras/entrevista
http://www.youtube.com/watch?v=LfrQt2DydWk
http://sampasul.net/2/midia/raul-belem-machado-cenografia-para-teatro-e-opera/
http://www.youtube.com/watch?v=JrEAEbETxbQ

11 de julho de 2012

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INSCRIÇÕES PARA OFICINAS TÉCNICAS


As inscrições presenciais para as oficinas técnicas(iluminação, cenário e figurino) serão realizadas no Centro Técnico do TCA e para as oficinas de direção e produção, no Núcleo de Produção de TCA, sempre de segunda à sexta, das 14h às 18h. Os interessados poderão se inscrever também via internet, através do email: amorbarato@gmail.com.

Maiores informações no site:
http://amorbaratotca.wix.com/omusical#!home/mainPage

27 de abril de 2012

Oficina de Desenho Técnico I 2012

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   Está acontecendo no Centro Técnico, a oficina de Desenho Técnico para  Cenografia, que teve início no dia 11 de abril /2012 e vai até 14 de maio/2012. Ministrada pela designer industrial e cenógrafa Lorena Peixoto, a oficina tem como público alvo os profissionais técnicos, tais como aderecista, cenotécnico, cenógrafo e contra-regra. O principal objetivo é requalificar e capacitar os mesmos que já atuam no mercado de trabalho da Engenharia do Espetáculo no estado da Bahia.


 Os temas abordados na oficina serão: uso instrumentos de desenho geométrico, estudo e construção dos entes geométricos (ponto, reta e plano), estudo e construção das formas e sólidos geométricos, estudo dos ângulos, leitura e confecção de plantas arquitetônicas e sistemas de representação bidimensional.
O conhecimento de desenho técnico será um pré requisito para os interessados em participar da oficina de Desenho Informatizado Aplicado à Cenografia, que acontecerá no segundo semestre.





 Fotos: Luciana Pires    
 Texto: Luís Cláudio e Lorena Peixoto

6 de maio de 2011

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Com direção de Francisco Mayrink, estreou no dia 28 de abril, no Teatro Castro Alves, a ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes, tendo quatro atos, que são Os Aventureiros, Peri, Os Aymorés e A Catástrofe. Baseada no livro O Guarani, o desencadear da trama é a partir do amor de Pery e Cecy. Pery defende sua amada e a salva do cerco que os aymorés fazem na fortaleza para se vingar da morte de uma índia.

De autoria de Euro Pires, o cenário desenvolvido é uma floresta e uma fortaleza dentro dessa floresta. Para ter um aspecto real, foram feitas pintura e modelagem, a fim de darem formas a esses ambientes. As plantas também foram usadas com o objetivo de tornar a cenografia mais realista. Como o castelo, no final, é explodido, buscou-se uma solução bem simples, que é criar uma explosão falsa do palco e fazer as paredes desabarem, uma vez que são de papel, portanto, sem complicações.

Teve que haver a disponibilização do espaço para o castelo e os índios. Era preciso ter o mesmo espaço ocupado tanto pela floresta dos aymorés, quanto pelo castelo. Assim, foi necessário adaptar o castelo de maneira que ele saísse de cena e esse mesmo lugar virasse a aldeia dos índios. A idéia foi fazer uma floresta e ao fundo construir uma passarela que se transformasse num morro, onde os índios aparecessem e circulassem, além dos aventureiros. Também é o local para a fuga de Pery e Cecy, no final, quando ele consegue salvá-la durante a destruição do castelo.

Na confecção do cenário, trabalhou-se com materiais reciclados, usando muito tecido, madeira e papel.












Fotos: Yuri do Val
Texto: Luís Cláudio de Oliveira

29 de abril de 2011

A Paixão de Cristo

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Com direção de Paulo Dourado e cenografia de Zuarte Jr, foi encenada nos dias 22, 23, 24 e 25 de abril, na Concha Acústica, o espetáculo “A Paixão de Cristo”. O que diferencia essa montagem são as interferências de muitos efeitos plásticos de cada cena. A proposta para o cenário era criar um deserto grande. Por isso o palco ficou uma área aparentemente vazia no início, mas durante o espetáculo iam entrando praticáveis que simulavam as elevações dos pisos e dos tronos, flâmulas, a mesa que subia no momento da ceia e depois descia, o alçapão, o mar feito de pano e o barco. Toda essa parafernália de elementos cênicos teve como objetivo criar uma surpresa para que a encenação ficasse espetacular, como foi bem exemplificado na descida do anjo, na subida de Jesus e nas letras incandescentes formando uma frase na boca de cena.

Os materiais utilizados para a confecção foram tecido pintado artesanalmente com cores que retratassem o deserto, madeira, ferro e metalon.

Fotos: Yuri do Val
Texto: Luís Cláudio de Oliveira

8 de abril de 2011

Troféu Dodô & Osmar

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No dia 06 de abril, os melhores do carnaval de 2011 foram premiados com o troféu Dodô & Osmar, no Teatro Castro Alves. Zuarte Jr, responsável pela criação do cenário, teve a idéia de tridimensionalizar as letras e os números para dar corpo e teatralizar mais o espaço cênico. O uso da plotagem foi moderado, utilizando lantejoulas gigantes, de modo que a disfarçasse, proporcionando brilho e um aspecto pictórico.

O processo da confecção dos caracteres foi feito através de uma técnica que consiste na feitura de uma xerox em acetato e na utilização de um retroprojetor. A imagem projetada no suporte fica em tamanho real e serve de referência para se desenhar as linhas de corte na madeira. A praticidade e rapidez deste processo facilitam muito o trabalho do cenógrafo.

Os materiais usados na criação foram madeira, tinta, adesivo plotado, acetato luminado e lantejoulas.




Fotos: Yuri do Val
Texto: Luís Cláudio de Oliveira

22 de março de 2011

Namíbia, Não!

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Com texto de Aldri Anunciação, direção de Lázaro Ramos, cenário de Rodrigo Frota e atuação de Flávio Bauraqui e Aldri Aunciação, o espetáculo “Namíbia, não!” estreou dia 18 de março, na Sala do Coro do TCA. O governo brasileiro, no ano de 2016, toma uma medida radical com relação aos negros, cujo objetivo é encaminhá-los de volta à África. Dois primos, dentro de um apartamento, vivem o dilema de decidir se fogem e permanecem no Brasil ou se acatam a decisão e se entregam, retornando ao continente africano.

A idéia do cenário é de ir apertando os personagens dentro do apartamento. Dessa forma, optou-se por fazer uma caixa branca, trabalhando-o em perspectiva, com a cor branca. Essa caixa vai se modificando. Como se passa no futuro, foi usado um material diferente, uma vez que tem porta de correr, tendo elementos que saem das paredes, dando um tom mais futurista. Acrílico leitoso foi usado para que esta sensação ficasse evidente. As paredes translúcidas permitem a passagem da luz, possibilitando a iluminação por trás e a projeção de sombras.

Todas as estruturas e as paredes do teto foram feitas de metalon, sendo as peças de 1m x 1m, onde se aplica as placas de acrílico com relevo. Na confecção dos móveis, optou-se pela madeira e metalon, cobertos de acrílico, e no teto, também com estrutura de metalon com tampo de voil branco, a fim de permitir a passagem da luz para iluminar o espetáculo.






Fotos: Yuri do Val
Texto: Luís Cláudio de Oliveira