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Oficina de Modelagem
Oficina de Postiços
Fotos: Yuri do Val / Luciana Pires
Atividades integram processo de montagem de “Ocasiões” segundo espetáculo de 2010 do Núcleo de Teatro do TCA
O Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves (TCA.Núcleo) realiza inscrições, até o dia 30 de julho, sexta-feira, para as Oficinas de Figurino, Cenografia e Iluminação que integram o processo de montagem do segundo espetáculo de 2010, que tem o título provisório de “Ocasiões”.
As oficinas serão ministradas por Miguel Carvalho (Figurino,
Para se inscrever, os interessados devem apresentar fotocópias de RG, currículo e comprovação (via atestado ou programa) de participação em, no mínimo, duas montagens com função correspondente à oficina. As inscrições devem ser feitas no Núcleo de Produção do TCA, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas. Mais informações pelos telefones (71) 3117-4882/4881 ou pelo e-mail qualificacao.ref@tca.ba.gov.br.
Centro Técnico abre inscrições gratuitas para Postiços e Modelagem para Costura
Profissionais que desejam se aperfeiçoar na área de figurino e caracterização para teatro, cinema e televisão têm entre 8 e 16 de julho para se inscreverem nas oficinas de Postiços e de Modelagem para Costura Cênica que serão realizadas pelo Centro Técnico do Teatro Castro Alves (TCA) de 19 a 23 de julho. As oficinas serão ministradas, respectivamente, por Luiz Cláudio Vasconcellos e Dora Moreira, e acontecem das 9 às 13 horas no próprio Centro Técnico do TCA.
As inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Núcleo de Produção do teatro, das 14 às 18 horas, sendo necessário apresentar fotocópias de RG e currículo e, para a Oficina de Modelagem, também comprovante de experiência em costura. As oficinas têm vagas limitadas a 20 pessoas cada.
Mais informações: (71) 3117-4882 / 4881 ou qualificacao.ref@tca.ba.gov.br.
Dora Moreira – Após 16 anos trabalhando no setor têxtil, quando se aprofundou no conhecimento técnico e de composição têxtil, criou um atelier próprio de confecções de vestuário. Em 1993, começou a trabalhar com figurino para teatro, shows e cinema, confeccionando para diversos figurinistas do Brasil. Em seu currículo como modelista estão as obras “Eu Me Lembro” (Edgard Navarro), “A Ver Estrelas” (João Falcão), “Calígula” (Fernando Guerreiro), “Capitães da Areia” (Cecília Amado), “O Vôo da Asa Branca” (Deolindo Checcucci), “O Homem que Não Dormia” (Edgard Navarro), “S/Título” (Nehle Franke para o Balé TCA), “Luneta do Tempo” (Alceu Valença), “A Comedia do Fim” (Luiz Marfuz), “Combate de Negros e Cães” (Philip Boulay), “Tabataba” (Philip Boulay), “Cascalho” (Tuna Espinheira), “Trampolim do Forte” (João Rodrigo Mattos), “Brasis” ( Fernando Guerreiro) e “Lampião e Maria Bonita” (Eliza Mendes).
Luiz Cláudio – Com formação em design de moda, desde 1996 passou a trabalhar no desenho de trajes. Atuando no Centro Técnico do TCA foi responsável pelos adereços, perucas, barbas falsas e outros postiços de montagens como “Volpone” (Fernando Guerreiro), “Baile de Máscaras” (Haroldo Weiss), “Roberto Zucco” (Nehle Franke), entre outros. Também atuou no Desfile “Brasil 500 anos”, em “Ensina-me a Viver” (José Possi Neto) e “Vixe Maria” (Fernando Guerreiro). Possui diversos trabalhos em equipes de direção de arte para vídeo, TV e cinema, com os filmes “O Corneteiro Lopes” (Lázaro Faria) e “Lua Violada” (José Humberto).
Entre chegadas e partidas, o espetáculo Partiste, com texto e direção de Paulo Henrique Alcântara, e cenário de Zuarte Jr., cuja ambientação é no interior da Bahia, nos anos 70, retrata uma família que tem a partida como certeza. Feito no Centro Técnico, com reaproveitamento de material de outro espetáculo, como a rampa, o cenário é simples e funcional. A cama vira mesa, o armário é ao mesmo tempo cristaleira e cama, além do oratório feito a partir de carroceria de caminhão. Restos de móveis antigos foram comprados para a confecção do cenário. As colchas e cobertores, segundo Zuarte Jr., estão relacionados à família, aconchego, proteção, enquanto as rendas nos remetem à simplicidade da vida do interior, além do cuidado e delicadeza. Assim, a transformação sem desperdício, para que o ofício seja em benefício da arte de reaproveitar e criar cenário, torna-se cada vez mais algo eficaz.




